Sobre este livro penso que talvez seja esta a postagem na qual vou menos falar. O livro na verdade se trata de uma recontagem dos principais ocorridos nos livros de Samuel, sobretudo daqueles que fazem referência ao Rei Davi. Volto a dizer que, apesar das incongruências de valores daquele tempo com os valores atuais, Davi ainda assim, traz valiosos ensinamentos, como não pregar o ódio, ou a aversão, assim como da aceitação e do perdão. Gostei dele! Ele era gente boa!
O Primeiro Livro das Crônicas vai relatar então, de início, como se fosse uma recapitulação das linhagens e de alguns relatório "incrivelmente úteis" para a humanidade. Quem era filho de quem; quem sucedeu quem; quem foram da linhagem das 12 tribos de Israel... São tantos nomes que creio seriamente que cristão nenhum compreenderá o propósito de tantas listas. A um historiador, teólogo, ou estudioso talvez possua algum propósito ou utilidade, mas para os demais, duvido. São muitos nomes! Você se perde na leitura até o capítulo 9 com esse extenso relato de nomes árabes. E daí então, temos uma nova narração de alguns fatos que permearam a história do rei Davi, de seus sacerdotes, suas guerras, dos castigos, das perseguições aos cultistas, além de alguns relatórios sobre os homens que ficavam nos portões da cidade ou do templo, sobre quantos sacerdotes eram precisos para uma cerimônia, sobre quantos soldados eram necessários para aniquilar uma cidade, sobre os cantores da "igreja", sobre as doações recebidas, as edificações e administração deste estado teísta, mas que sem perceber, profundamente henoteísta.

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