O livro de Esdras vai contar o que se sucedeu com o povo de Israel depois do exílio, uma vez que neste povo houvera reinado sendo governado por um rei. Um após o outro levaram ao colapso daquela nação em razão de que ora seguiam aos preceitos definidos por aquele Deus e ora desobedeciam gratuitamente. O que detectei desse artifício sobre o cumprimento da lei de Deus era que o próprio, aquele que orientava, supostamente para o bem, era o mesmo que amaldiçoava e levava seus simplórios seres humanos a desgraça total. Certamente um Deus de grande objetivos em prol da construção.
Mas após essa ruína, surge um moço de nome Esdras que seria o sacerdote que providenciaria, através do convencimento de seu povo de que eles deveriam ainda assim seguir esse Deus misericordioso para reconstruir tudo o que possuíam. O copista das escrituras é o foco deste livro, pois o mesmo orienta que se obedeçam mesmo assim aqueles preceitos de racismo, medo, castidade, xenofobia. Essas coisas boas que edificam o pensamento do ser humano! O livro trata da fidelidade de Deus e da infidelidade do homem. Lógico! A esse Deus aí, "graças a Deus" também sou infiel.
Eis uma passagem que ilustra bem esse ideia de medo: (Esd 7. 26) "E quem não observar religiosamente a Lei de teu Deus e a lei do rei deve ser condenado à morte, ao exílio, a uma multa ou à prisão".

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