Sobre a leitura do primeiro, se eu tiver compreendido bem, ficou entendido para mim que após a morte de Josué, o povo de Israel ficou sem a presença de um líder religioso e portanto, baseado naquilo que eles possuíam como instrumento de lei, elegeram-se, por um longo período, as pessoas que executaram aquilo que estava instrumentalizado. Ou seja, juízes nomeados pelo povo para supervisionar a ordem e aplicar e executar a lei de Deus.
Como que para provar a força da lei de Deus, é injetada intencionalmente na história, (pois não consigo acreditar em um povo tão volúvel assim) certas mudanças de comportamento que ao longo dos livros anteriores foi provado, repassado e revisado de todas as formas. Um exemplo? O povo se esquece de Deus e vai cultuar outros deuses. (Da minha parte, nada contra!) Mas isso só está monotonamente acrescido na história como que para ter o que julgar ou justificar a execução das severas penas impostas por um Deus de cólera.
Foi um livro desnecessariamente longo e que pouco acrescentou. Com exceção que neste mesmo é narrada uma das fábulas que mais renderam filmes e séries para a TV, que foi a estória de Sansão e seus cabelos mágicos. Enfim, o livro demonstra por A + B que o povo de Deus é um povo fraco e sem fé.
Para história, acontece de um julgamento provocar a ira da legião de Benjamin (uma das doze tribos de Israel) e por conta disso, desencadeia-se uma nova guerra, agora entre irmãos. O povo de Benjamin é praticamente dizimado, restando poucos homens, mas os anciãos, no sentido de recuperar aquela tribo, fazem a seguinte orientação em relação ao uma região próxima: (Jz 21. 20-21) Mandaram, pois, dizer ao benjaminitas: "Ide emboscar-vos nas vinhas. Quando virdes as moças de Silo saindo para tomar parte nas danças, saireis das vinhas e cada um raptará uma mulher para si dentre as moças de Silo. Em seguida ireis a terra de Benjamin.(...)"
Mais uma vez a mulher como ser passivo da vontade dos homens. É revoltante!
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Sobre a leitura de Rute, coloco nesta mesma postagem em razão de ser um livro bem curto, compreendido em apenas 4 capítulos, mas que traz um história que finalmente expõe uma demonstração de bondade e gratidão.
Rute era uma das noras de Noemi, uma mulher que havia migrado com esposo das terras de Israel numa época de fome no país. Em Moab, terra para a qual havia migrado, Noemi tivera dois filhos que lá cresceram e casaram. Com um tempo, o marido morreu e depois os filhos, restando a mesma com suas noras. Elas amavam a sogra, esta que por tamanho zelo e altruísmo orientou que as mesmas regressassem às casas de seus pais enquanto que ela, velha, iria regressar à Canaã. Uma delas se foi depois de muita insistência de Noemi, mas Rute permaneceu ao seu lado e com ela foi ao país de origem da sogra como estrangeira.
Trabalhou duro para conseguir alimento para sua matrona e enfim casou-se com um parente distante de Noemi, que pela lei jurídica definida por Deus, em razão de tal ato, deveria recuperar à Noemi a posse de suas terras antes de migrar.

Houve muita boa vontade da parte de Rute, mas ao mesmo tempo ficou no ar se elas fizeram isso de maneira premeditada e calculista. Não sei! Não consigo julgar. É impostante que você leia por si só para se deparar com as nuances das recomendações que Noemi faz a Rute em relação ao parente.
Como que para provar a força da lei de Deus, é injetada intencionalmente na história, (pois não consigo acreditar em um povo tão volúvel assim) certas mudanças de comportamento que ao longo dos livros anteriores foi provado, repassado e revisado de todas as formas. Um exemplo? O povo se esquece de Deus e vai cultuar outros deuses. (Da minha parte, nada contra!) Mas isso só está monotonamente acrescido na história como que para ter o que julgar ou justificar a execução das severas penas impostas por um Deus de cólera.
Foi um livro desnecessariamente longo e que pouco acrescentou. Com exceção que neste mesmo é narrada uma das fábulas que mais renderam filmes e séries para a TV, que foi a estória de Sansão e seus cabelos mágicos. Enfim, o livro demonstra por A + B que o povo de Deus é um povo fraco e sem fé.
Mais uma vez a mulher como ser passivo da vontade dos homens. É revoltante!
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Sobre a leitura de Rute, coloco nesta mesma postagem em razão de ser um livro bem curto, compreendido em apenas 4 capítulos, mas que traz um história que finalmente expõe uma demonstração de bondade e gratidão.
Rute era uma das noras de Noemi, uma mulher que havia migrado com esposo das terras de Israel numa época de fome no país. Em Moab, terra para a qual havia migrado, Noemi tivera dois filhos que lá cresceram e casaram. Com um tempo, o marido morreu e depois os filhos, restando a mesma com suas noras. Elas amavam a sogra, esta que por tamanho zelo e altruísmo orientou que as mesmas regressassem às casas de seus pais enquanto que ela, velha, iria regressar à Canaã. Uma delas se foi depois de muita insistência de Noemi, mas Rute permaneceu ao seu lado e com ela foi ao país de origem da sogra como estrangeira.
Trabalhou duro para conseguir alimento para sua matrona e enfim casou-se com um parente distante de Noemi, que pela lei jurídica definida por Deus, em razão de tal ato, deveria recuperar à Noemi a posse de suas terras antes de migrar.

Houve muita boa vontade da parte de Rute, mas ao mesmo tempo ficou no ar se elas fizeram isso de maneira premeditada e calculista. Não sei! Não consigo julgar. É impostante que você leia por si só para se deparar com as nuances das recomendações que Noemi faz a Rute em relação ao parente.

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